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Doutora em Educação pela Temple Unversity - EUA Professora da Faculdade de Educação, UFRJ Professora da School of Education, Unversity of Central Florida, EUA Professora da Instructional Tecnology and Distance Education, Nova Southeastern University, EUA Universidade Católica de Petrópolis
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Mestre em Educação pela UFRJ Coordenadora do Programa de Alfabetização de Adultos do Sesc (N/NE) Foi Professora, Orientadora e Supervisora de escolas públicas de ensino fundamental no estado e no município do Rio de Janeiro; e trabalhou com formação de professores em cursos de licenciatura e Pedagogia.
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Como foi o Encontro Virtual das autoras com os leitores da Conect@? |
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Conect@ - O conceito de tecnologia educacional vem se modificando ao longo dos anos, como é registrado no livro. Qual seria a melhor definição para os dias de hoje?
Ligia - Boa pergunta. Penso que a ABT foi brilhante ao definir aquele conceito de TE. Quase 20 anos já se passaram e durante esse tempo a TE saiu de moda, foi inclusive ridicularizada muitas vezes, no meio acadêmico, pois algumas "autoridades" educacionais não conseguiram perceber seu viés critico e transformador. Com a retomada da EaD, tema sempre presente na revista Tecnologia Educacional, da ABT, (veja o artigo Trajetória da Revista TE, de dezembro de 92), todos voltaram sua atenção para esta área; porém a preocupação no momento não é mais com sua conceituação, mas com o uso pedagógico das tecnologias, principalmente aquelas presentes em projetos de EaD. Pessoalmente, continuo reconhecendo nesse conceito um referencial abrangente, atual e critico dessa área tão importante para o fazer pedagógico.
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TE é inovação, forma de tornar crítico e reflexivo o ensino, visando a melhoria qualitativa do processo educativo num trabalho sempre ligado aos objetivos e princípios filosóficos traçados pela escola. |
Marisa - Quero complementar dizendo que nosso grupo de pesquisa em TE, Faculdade de Educação da UFRJ, que investigava o uso de tecnologias educacionais na escola pública do Rio, ao estudar e refletir sobre esse conceito a que Lígia se referiu, formulou a seguinte conceituação: "TE é inovação, forma de tornar crítico e reflexivo o ensino, visando a melhoria qualitativa do processo educativo num trabalho sempre ligado aos objetivos e princípios filosóficos traçados pela escola". |
| Hoje considero que a TE se configura como um campo de estudo que procura refletir sobre a relação tecnologia/processo educativo, apontando que não basta utilizar tecnologia, é necessário inovar em termos de prática pedagógica. | |
Conect@ - Quais tecnologias da informação e comunicação podem ser incorporadas à educação? De que forma e que contribuições elas podem trazer?
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Marisa - Todas as tecnologias que estão no mundo devem estar na escola. As possibilidades de utilizá-las são múltiplas, infinitas mesmo. O professor, como mediador entre o aluno e o conhecimento, é que deverá definir as formas de utilização, explorando o potencial de cada tecnologia em função de seu contexto, dos seus objetivos e da realidade e dos interesses de seus alunos. |
Todas as tecnologias que estão no mundo devem estar na escola. |
| As contribuições que as tecnologias trarão ao processo pedagógico acontecerão na medida da criatividade do professor e do domínio que ele tiver do fazer pedagógico. | |
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""...a escolha e uso apropriados da tecnologia dependem do contexto especifico no qual será usada. Enfim, a tecnologia precisa ser transparente no processo educativo, daí a necessidade de alfabetização tecnológica do professor e do aluno.. |
Ligia - Praticamente todas elas, desde que primeiro atendam aos objetivos de ensino da atividade proposta e, que também o professor se sinta confortável com a presença desta tecnologia, ou seja, esteja "alfabetizado" para o seu uso. Quando não usávamos tecnologias eletrônicas como as de hoje, este aspecto era menos evidente. Hoje o professor precisa dominar muito bem o uso do computador, por exemplo, dos seus programas. Se a presença dessa tecnologia implicar seu uso pelo aluno, ele também deve estar "alfabetizado" em relação a ela. |
| Como bem nos lembra Tony Bates, em seu livro Technology: open learning and distance education, a escolha e uso apropriados da tecnologia dependem do contexto especifico no qual será usada. Enfim, a tecnologia precisa ser transparente no processo educativo, daí a necessidade de alfabetização tecnológica do professor e do aluno. Elas devem ser utilizadas de acordo com as suas próprias características, respeitando-as, ou seja, o uso da TV interativa, por exemplo, implica aspectos diferentes de utilização do rádio ou do computador, conforme mostramos em nosso livro "Tecnologia Educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula, algumas contribuições que as tecnologias fornecem para o processo educativo", incluem a possibilidade de enriquecimento do processo educativo do desenvolvimento de uma educação em sintonia com a realidade social e tecnológica: a motivação do aluno e o atendimento aos diferentes estilos de aprendizagem. | |
Conect@ - Por que o professor deve ser tecnologicamente alfabetizado e o que isso significa?
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Ligia - Já comentamos um pouco este aspecto... Esta necessidade atual se dá devido ao fato de precisarmos estar em sintonia com a realidade social que nos cerca. A sociedade hoje é tecnológica, e a escola não pode ignorar este fato. Por isso ele precisa conhecer como as tecnologias funcionam e para que servem, pois assim pode identificar e definir o seu potencial pedagógico e finalmente integrar a tecnologia ao processo pedagógico. |
"...precisamos estar em sintonia com a realidade social que nos cerca". |
| Assim, o professor pode desenvolver a habilidade de usar o computador e outras tecnologias combinadas com uma variedade de estratégias de ensino/aprendizagem de modo a enriquecer a aprendizagem dos alunos. Essa é também a opinião dos autores do livro Teachers discovering Computers, Shelly, Cashman e Gunter, quando dizem que o professor está se alfabetizando tecnologicamente. | |
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o professor deve apropriar-se deste conhecimento porque os objetivos da educação estão relacionados com democratização e não com exclusão; com solidariedade e não com preconceito e exploração; com respeito à diversidade e não com homogeneização |
Marisa - Penso que o professor deve apropriar-se deste conhecimento porque os objetivos da educação estão relacionados com democratização e não com exclusão; com solidariedade e não com preconceito e exploração; com respeito à diversidade e não com homogeneização. A lógica neoliberal do mercado, que é intrinsecamente excludente, e já dominou a tecnologia, a usa para atingir seu objetivo de continuar dominando e mantendo os níveis de lucro e diferenças sociais que temos hoje. |
| A escola, especialmente a pública, tem o papel de garantir que a cultura, a ciência e a técnica não sejam propriedade exclusiva das classes dominantes. O papel da escola é desmistificar a linguagem tecnológica e iniciar seus alunos no domínio do manuseio, interpretação, criação e recriação dessa linguagem, democratizando-a. | |
Conect@ - Que currículo pode ser pensado para essa alfabetização?
Marisa - Este é o nosso desafio agora. Tentaremos começar a vencê-lo com a ajuda dos leitores da Conect@, durante o chat que vai se realizar no dia 26, no qual esta será a principal discussão.
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Ligia - Como Marisa disse, não podemos detalhar um currículo, mas antes de definir o currículo propriamente dito, podemos pensar que este currículo precisa ter um compromisso com a transformação social, com a inclusão e acesso dos menos favorecidos econômica e socialmente à tecnologia, que hoje permeia nossas vidas. Precisamos pensar em um currículo em constante transformação, que possibilite a inclusão e exclusão permanente de conteúdos e experiências. imenso. |
Precisamos pensar em um currículo em constante transformação, que possibilite a inclusão e exclusão permanente de conteúdos e experiências. |
| Precisamos pensar em um currículo abrangente, que possibilite o estudo de grande variedade de tecnologias e do seu potencial pedagógico. Precisamos pensar um currículo que também capacite o professor a recusar, com segurança, a presença da tecnologia no espaço pedagógico, toda vez que ela tentar se impor, ser prevalente ao pedagógico. Porém é importante também lembrar que, segundo o Report on Teachers' Use of Technology. (2000), do National Center for Education Statistics, que apenas a alfabetização tecnológica do professor não é suficiente para a integração da tecnologia na educação. É preciso que a tecnologia esteja disponível nas escolas para ser usada por professores e alunos. Por isso temos que pensar além do currículo. O desafio é | |
Conect@ - O professor ainda é resistente a essa alfabetização?
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"...a tecnologia não vai resolver nenhum problema educativo". |
Ligia - Sim. Muitos sim e alguns sempre resistirão. Porque é preciso compreender que a tecnologia não vai resolver nenhum problema educativo. Ela é apenas uma ferramenta que não é adequada a todos os objetivos de ensino, nem a todo tipo de professor, nem a todos os estilos de aprendizagem e que ela inspira medo e insegurança, quando desconhecida. |
Conect@ - E de quem é a responsabilidade por essa alfabetização?
Ligia - De todos nós, do Estado, da escola, do professor. Todos juntos e continuamente. O esforço isolado de apenas um desses elementos e inócuo. É um trabalho integrado, conjunto global e contínuo.
Marisa - De todos. Dos governos e das escolas, para dar condições e oportunidade de acesso e aprendizagem. Os professores como profissionais interessados em seu crescimento, aprimoramento, e comprometidos com a boa qualidade da educação oferecida aos seus alunos.
Conect@ - Na pesquisa apresentada no livro, vocês destacam que o uso da palavra alfabetização foi considerado inadequado por alguns professores. Por que vocês a escolheram?
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Marisa - Na nossa visão o termo alfabetização dá idéia de iniciação e de processo, algo que começa com a interação do sujeito com o objeto de conhecimento e avança na medida em que este relacionamento vai se tornando mais complexo, prolongando-se até o completo domínio da ferramenta: a escrita ou a tecnologia. Hoje, trabalharíamos ainda com o conceito de letramento, ou seja, a aprendizagem de como, por quê e para quê se usa determinado conhecimento (escrita ou tecnologia), incorporando-a ao seu cotidiano e sendo um usuário competente, que se envolve nas várias práticas sociais relacionadas à ferramenta, e com isso, melhorando sua qualidade de vida. |
"...a aprendizagem de como, por quê e para quê se usa determinado conhecimento (escrita ou tecnologia)". |
Conect@ - E dentro da educação, quem deve ser alfabetizado? Apenas o professor?
Ligia - Não só o professor, mas todos os cidadãos. Todos os profissionais direta ou indiretamente envolvidos com e na Educação, até porque, quanto mais complexa a tecnologia maior a interdependência dos participantes do processo educativo. Ninguém mais pode trabalhar isoladamente. Não podemos correr o risco de reproduzir na Educação o fenômeno da "divisão digital" da sociedade atual, que Tappcott descreve em seu livro "Growing Up Digital" e somente alfabetizarmos tecnologicamente determinados grupos que participam do processo educativo.Quem hoje tem medo do quadro negro? E do telefone?, pode-se perguntar para desmistifica-la.
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"...é uma questão de cidadania ter acesso ao domínio e à utilização competente destas máquinas..." |
Marisa - A alfabetização tecnológica não pode ser exclusividade do professor. Deve atingir outros profissionais da educação continuada e alunos também. Na sociedade tecnológica é uma questão de cidadania ter acesso ao domínio e à utilização competente destas máquinas que são fruto da produção da humanidade. |
Conect@ - Ligia, como você disse no inicio, a EaD está sendo resgatada. Como você vê a alfabetização desse professor, que além de aprender uma nova pedagogia virtual, deve ter domínio sobre algumas tecnologias?
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"...o principal é a educação, são os objetivos e princípios filosóficos... |
Ligia - Vejo como uma questão muito complexa. O desafio é enorme para todos nós envolvidos em Educação. Mas na verdade, precisamos entender que a construção desse novo modelo pedagógico de EaD, assim como a alfabetização tecnológica são processos contínuos que, ao invés de nos desestimular, devem ser incentivos para a busca de novas respostas para nossos processos educativos, já que as velhas "fórmulas" já não funcionam mais nos dias de hoje. Vamos continuar buscando, errando algumas vezes, mas, acertando também. |
| Marisa - Penso que a questão de fundo é a mesma, ou seja, o principal é a educação, são os objetivos e princípios filosóficos que nortearão estas ações. | |
Conect@ - Que contribuições a Internet pode trazer a essa educação continuada?
Marisa - A Internet é uma ótima fonte de informação, pesquisa e permite a interação. Para que seja aproveitada em todo o seu potencial é necessário haver orientação para o seu uso com objetivos pedagógicos. Ao mesmo tempo em que se pode encontrar informação - e até discussão - sobre quase tudo, é possível também perder muito tempo e se deparar com muita inutilidade se a pesquisa não for direcionada e se não houver orientação para essa utilização. A estas orientações o meio acadêmico nos EUA chama de "information literacy" quer dizer, alfabetização para a busca e organização de informações, não é Ligia?
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Ligia - É isso mesmo Marisa. Nos cursos de alfabetização tecnológica do professor há uma grande preocupação com esse aspecto de "information literacy", pois de nada adianta ter a Internet à disposição se não soubermos buscar, identificar e selecionar a informação que pode nos ser útil. Gostaria de acrescentar também que um dos grandes potenciais pedagógicos da Internet é o fato de ela possibilitar a interação/troca de muitos para muitos, ou seja, tornar possível a aprendizagem colaborativa. Estratégia de ensino que tem chamado muito a nossa atenção e tem sido alvo de muitos estudos. Enfim, cabe a nós educadores, descobrir o potencial pedagógico da Internet para podermos explorá-lo ou recusá-lo. |
"...nada adianta ter a Internet à disposição se não soubermos buscar, identificar e selecionar a informação que pode nos ser útil... |
Conect@ - Que dicas de navegação vocês pode dar aos educadores que buscam essa educação contínua?
Marisa - Primeiro, estar atentos aos seus objetivos e procurar colocar a formação continuada como uma tarefa permanente em sua vida profissional. E se você pergunta em relação à Internet, especificamente, a Ligia pode dar muito mais dicas do que eu por estar trabalhando com isso agora.
Ligia - Penso que antes de tudo o profissional de Educação/professor não pode ter medo de buscar, de navegar por mares desconhecidos. Ele deve se lançar em novas experiências não pode ter medo de errar e mais do que tudo, de TROCAR/COMPARTILHAR/INTERAGIR. Além disso, ele pode hoje lançar mão de quantidade quase infinita de informação que está disponível na Internet. Além, dos conhecidos sites de busca como lycos, yahoo, askjeeves, dogpile, excite, e outros, ele pode consultar sites/portais específicos da área pedagógica":
Conect@ - Percebe-se, claramente, a preocupação de vocês com a forma crítica que a tecnologia deve ser vista. E nas escolas, como os professores podem trabalhar com os alunos para que eles também sejam críticos?
| "...evem encarar a tecnologia como uma ferramenta de ensino a serviço de uma escola crítica e transformadora e não usando a tecnologia para reproduzir conhecimento". |
Ligia - Com certeza essa não é uma tarefa fácil, mas é um objetivo que preocupa a todos nós. Penso que um caminho e começando pelos próprios profissionais da Educação, que devem encarar a tecnologia como uma ferramenta de ensino a serviço de uma escola crítica e transformadora e não usando a tecnologia para reproduzir conhecimento. Usando-a para auxiliar o aluno no processo de construção do seu próprio conhecimento, aceitando o erro e a busca de respostas inovadoras para problemas tradicionais. |
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Marisa - Considero que para não ficar apenas no discurso, é necessário que a escola tenha um projeto político pedagógico em que a formação de cidadãos plenos seja um dos objetivos, e que na sua prática pedagógica realize atividades que permitam a participação, a discussão, a troca de idéias e pontos de vista, a convivência com a diferença etc. A oportunidade de participação de todos da escola e da comunidade na construção e desenvolvimento deste projeto, vai possibilitar a vivência da cidadania na própria escola. As palavras-chave são sempre participação, democracia e construção coletiva. |
"...é necessário que a escola tenha um projeto político pedagógico em que a formação de cidadãos plenos seja um dos objetivos..." |
Conect@ - Que projetos vocês vêm desenvolvendo com o uso das novas tecnologias?
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As tecnologias antigas também funcionam quando estão adequadas ao objetivo. |
Marisa - Trabalho atualmente coordenando o projeto SESC Ler, de educação de jovens e adultos, que acontece no interior dos estados da Região Norte. Maiores informações sobre ele podem ser obtidas na página do SESC (www.sesc.com.br). Em função da localização e da dificuldade de acesso de alguns municípios, é preciso fazer o acompanhamento na maior parte do tempo à distância. Para isso usamos constantemente a Internet para troca de informações, discussão de questões operacionais e/ou da prática pedagógica, envio de relatórios, textos etc. |
| Além disso, o telefone é nosso fiel companheiro. As tecnologias antigas também funcionam quando estão adequadas ao objetivo. Em breve teremos videoconferências direcionadas à formação continuada de nossos professores e abertas à comunidade, através do canal de TV do SESC/SENAC, com tecnologia digital chegando ao interior do Acre, Amapá, Roraima etc. | |
Ligia - No momento estou trabalhando com a Nova Southeastern University, orientando alunos de doutorado via rede. Esses alunos do programa de Instructional Technology and Distance Education podem entrar em contato comigo a qualquer hora via rede, ou solicitar contato telefônico quando necessitarem. Além disso, temos contato presencial uma vez por ano, já que cada um de nos mora em um canto do país. Estou dando cursos presenciais na University of Central Florida. Nesses cursos usamos muito a Internet para pesquisa, enriquecimento do curso e algumas atividades de ensino. Os alunos podem se comunicar comigo via rede fora do horário de aula. Nesta semana vou começar o oferecimento do curso Desafios da EaD pela UNIVIR, no curso de pós-graduação de EaD, do Centro Universitário Carioca no Rio de Janeiro.Outra atividade que tem me estimulado muito, é a contribuição da Revista Conecta.
Entrevista realizada em nossa Sala Virtual.
Agradecemos as perguntas enviadas por Gláucia Guarany
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Construindo recursos eletrônicos de aprendizagem: uma experiência bem sucedida (Ligia Silva Leite) |
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Educação a Distância: o desafio continua (Lígia Silva Leite) |